Outubro, 2021

Dom03Out15:0017:00Evento finalizadoPresencial & onlineOnlineA ENERGIA DAS COMUNIDADES SOMOS TODOS NÓS15:00 - 17:00 Fábrica de AlternativasTemas:Autossuficiência,Cidadania,Comunidade,Energias RenováveisTipo:Debate / Conversa

Descrição

Autosuficiência, empoderamento e transição energética. Esta sessão pretende ser uma ferramenta de ajuda na constituição de comunidades de energia renovável (CER), mostrando a experiência adquirida por alguns pioneiros em Portugal.

As CER são uma solução inovadora, coletiva e descentralizada para a produção autónoma de energia, que em alguns casos chegam mesmo a ser independentes da rede pública. A sustentabilidade ambiental é, assim, ancorada na justiça social, não apenas porque os consumidores são donos da sua energia, mas também porque a partilha solidária contra a pobreza energética é facilitada.Em 2019, a legislação europeia passou a tornar mais fácil a criação de CER, ao reconhecer o papel que estas podem ter para alcançar os objetivos climáticos para 2030. Assim, a transposição para a legislação nacional é uma oportunidade para todos os interessados em construir uma transição energética de baixo para cima, mobilizando os seus concidadãos.

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Intervenientes

  • Catarina Pereira

    Catarina Pereira

    Licenciou-se em Arquitectura, em 1998, pela Universidade Técnica de Lisboa. A vontade de conhecer e estudar as culturas construtivas do Mediterrâneo levou-a à Escola de Arquitectura de Grenoble-CRAterre, em França, tendo-se especializado em Arquitecturas de Terra. De regresso ao país, esteve na origem do Centro da Terra (CdT), associação que tem por missão estudar, documentar e difundir a construção em terra crua em Portugal. No CdT desempenhou vários cargos directivos, promoveu formações para estudantes e profissionais e colaborou em projectos europeus. Entre 2005 e 2008 foi docente na licenciatura em Arquitectura na Universidade dos Açores. Ao fixar-se no continente em 2008, forma-se em Certificação Energética de Edifícios, qualificando-se como Perita e trabalhando vários anos nessa área. Actualmente desenvolve a actividade de arquitecta em regime liberal, privilegiando a construção de baixo impacto, estando igualmente envolvida nos órgãos sociais da associação Eco-bairros de Futuro.

  • Guilherme Luz

    Guilherme Luz

    Guilherme Luz é um entusiasta do cooperativismo e membro da Coopérnico onde se dedica à inovação tecnológica e à investigação. É também estudante de doutoramento em Sistemas Sustentáveis de Energia na Universidade de Lisboa. A sua investigação é altamente interdisciplinar, desde as dinâmicas sociais e políticas da transição energética até à modelação e otimização de sistemas de energia.

  • Rui Pulido Valente

    Rui Pulido Valente

    Depois de largos anos a viver e a trabalhar em Portalegre, na indústria da Cortiça e no Ensino, abraçou o projeto da Coopérnico há três anos, dedicando ainda o seu tempo à Comissão Setorial para a Educação e Formação do Instituto Português da Qualidade (da qual é Presidente) e à Fundação Pulido Valente (em que exerce as funções de Diretor Executivo). Mantém uma forte ligação a Montemor-o-Novo, participando na implementação da moeda MOR. Na Coopérnico é responsável pela dinamização dos Grupos Locais..

Organizações participantes

Coopérnico - Cooperativa de Desenvolvimento Sustentável CRLA fazer 9 anos de existência, a Coopérnico, a primeira cooperativa de energias renováveis portuguesa, tem hoje 2490 membros, 2 MW de produção fotovoltaica descentralizada, com 1,86 M€ de investimento exclusivo dos cidadãos nossos cooperantes, e 767 contratos de fornecimento de energia elétrica. A visão da Coopérnico passa por uma sociedade mais igualitária, democrática, guiada por princípios ecológicos e com uma economia assente em energia renovável. Nesta visão, a transição para um novo sistema de energia renovável não deve ser só tecnológica, mas também socialmente mais justa, tornando a energia limpa um bem comum acessível a todos, respeitando as características do território, protegendo a biodiversidade e o meio natural e garantindo valor social e económico para as comunidades envolvidas. Os desafios da transição energética são enormes e tornaram-se gigantes face ao novo contexto geo-político europeu. Acreditamos que as comunidades de energia e, em particular as cooperativas de energia renovável, têm um papel importante nesta transição e na resolução desta crise, como já tiveram noutros momentos, entre os quais no fim de cada uma das Guerras Mundiais e da Crise Petrolífera de 1970. É neste contexto e nesta vontade de participar ativamente na transição energética renovável e justa que pretendemos levar ao cidadão comum estes temas e envolvê-lo na produção e gestão da sua própria energia 

Fábrica de AlternativasNa Fábrica de Alternativas promove-se a partilha e a solidariedade. Funciona nas vertentes culturais, sociais e formativas. Nascida da cidadania e da livre vontade em contribuir para ajudar na criação de soluções e alternativas, pretende ser livre e aberta, onde todos os associados estão convidados a participar. É apartidária. Defende a liberdade e a pluralidade de opiniões e utiliza a democracia directa e a busca do consenso na tomada de decisões. Promove e pratica a sustentabilidade social, económica e ambiental.

Medidas de contingência

Uso obrigatório de máscara
Distancia física obrigatória
Indicações adicionais Estão em vigor as normas de contingência da DGS, na vertente presencial.

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