Outubro, 2020

Ter13Out21:0023:00Evento finalizadoFairytales of Growthparadigma dogmático do crescimento económico21:00 - 23:00 Padaria do PovoTemas:Crise EconómicaTipo:Debate / Conversa,Filme

Descrição

O evento contará com a projeção do filme, e uma discussão entre a audiência e convidados que incluirão ativistas climáticos, estudiosos do crescimento e outr@s.

O documentário “Fairytales of Growth (2020)” questiona o paradigma dogmático do crescimento económico, apontando as suas incongruências e impossibilidades materiais. Sendo que o crescimento económico constante é baseado na exploração humana e ambiental, e depende da sempre e cada vez maior extração de materiais, e consumo de energia (incluindo fossil, com a consequência das emissões de CO2), a sua incompatibilidade com politicas verdadeiramente ambientais é exposta, e um novo paradigma – o do decrescimento – é avançado.

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Intervenientes

  • Guilherme Serôdio

    Guilherme Serôdio

    Guilherme Serodio voltou de Bruxelas há cerca de um ano para refocar a sua luta na construção de comunidades de resistência, transição e decrescentistas. Na Bélgica foi co-fundador do ExtinctionRebellion, de uma fundação de financiamento descentralizado, de um partido político centrado na tiragem à sorte como complemento á democracia representativa, entre outras coisas que permitissem experimentar com novas maneiras de agir coletivamente, construir comunidades fortes e trazer para primeiro plano abordagens feministas e regenerativas capazes de nutrir os novos mundos por que procura. É crítico e teórico amador do decrescimento, plantador de árvores, água e comunidades. Hoje em dia dedica-se à transição em Montemor-o-Novo, e á luta onde esta lhe for possível, eficaz e desejável.

  • Inês Cosme

    Inês Cosme

    Moderadora

    Inês Cosme é doutorada em Estudos sobre a Globalização e formada em Engenharia do Ambiente, ambas pela Universidade NOVA de Lisboa. É investigadora no CENSE - FCT NOVA desde 2012 no grupo de Economia Ecológica e Gestão Ambiental, e é detém atualmente tarefas de gestão e comunicação de ciência no centro. No seu trabalho de investigação tem explorado a teoria e as práticas do decrescimento, investigando o papel de iniciativas bottom-up e top-down na transformação das relações económicas e sociais, e revelando de que forma estas podem contribuir para restaurar uma maior pluralidade de valores, cooperação e solidariedade na sociedade.

    Moderadora

Organizações participantes

Rede para o DecrescimentoA Rede para o Decrescimento, é um coletivo aberto, colaborativo, horizontal, apartidário e sem forma jurídica. Lançado em 2018, quer ligar todos os que se interessam, estudam, praticam ou defendem as propostas do decrescimento. Até meados de 2020, as atividades da Rede foram dinamizadas por dois núcleos, um em Lisboa e outro no Porto. A nossa atual estrutura e modo de funcionamento estão delineados num modelo de Orgânica Interna aprovado em Janeiro de 2021, que se pretende dinâmico e vivo, em permanente experimentação e evolução. As pessoas que constituem os nós da Rede mantêm-se ligadas através de ações conjuntas e continuadas, de aprendizagem individual e coletiva, e de reforço mútuo, que se concretizam através de Núcleos Locais (que desenvolvem dinâmicas ancoradas no território) e de Círculos (grupos de trabalho temáticos ou com funções específicas - p.ex. gestão interna ou comunicação). A acção da Rede tem como finalidades principais: fortalecer a capacidade de ação transformadora a nível pessoal e coletivo (num âmbito local, regional, nacional ou mundial); Intervir social e politicamente, com tomadas de posição públicas; disseminar as ideias, os valores e as propostas decrescentistas; criar espaços de reflexão e de ação, fortalecendo as relações interpessoais e o espírito de comunidade; desenvolver redes de entreajuda e de colaboração com movimentos afins (nacionais e/ou internacionais).

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